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Quem será?!

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 Alguém adivinha de que autor se trata?! 🤔 Deixem a vossa resposta nos comentários! 🙂 Nascido em 1933, este poeta português vivia intensamente e levava as paixões ao limite, sem deixar de ser próximo das pessoas, emotivo e sonhador. Licenciou-se em Fililogia Românica e foi professor no ensino secundário. Doutorado em Direito pela Universidade de S. Tomás de Aquino, em Roma, viveu em Espanha, tendo sido professor de Português na Universidade de Madrid.  A sua obra expõe as vicissitudes e os problemas da sociedade e da condição humana, sendo considerada existencialista.

Sugestão de leitura: "Memorial de Maria Moura"

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Memorial de Maria Moura (1992) de Rachel de Queiroz (sugestão da docente Sara Leite) Uma das leituras que fiz este verão foi o  Memorial de Maria Moura , um romance de Rachel de Queiroz, autora brasileira, que o escreveu quando já tinha mais de 80 anos. Foi-me emprestado pela minha mãe, que o tinha lido há muito tempo e que se lembrava de ter gostado bastante. Trata-se de um romance empolgante sobre uma rapariga órfã que se transforma numa espécie de lenda do sertão brasileiro, em pleno século XIX, ao rebelar-se contra um destino de submissão, fugindo de casa e arriscando a vida para garantir a sua liberdade e concretizar o sonho do avô paterno.  As personagens que povooam este mundo contam-nos histórias cruas de luta pela sobrevivência, ocorridas num ambiente em que, a todo o momento, a vida humana se assemelharia à das presas e predadores do mundo animal, se não fosse o egoísmo, a ambição e o poder do dinheiro. Sem nunca se deixar abater pelas vicissitudes de um percurs...

Um breve olhar sobre a edição de 2026 do Book 2.0

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Nos dias 15 e 16 de agosto, decorreu em Lisboa, no grande auditório do Centro Cultural de Belém, a 4.ª edição do Book 2.0, promovido pela APEL - um encontro internacional dedicado à "cadeia de valor do livro" e a todas as temáticas relacionadas com a relevância das obras impressas para a humanidade - desde a invenção de Gutemberg até aos tempos incertos que o futuro nos reserva. Marcaram presença no palco personalidades tão distintas como o ex-Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa, o ex-Ministro da Educação e Ciência Nuno Crato, a cantora, compositora e escritora Luísa Sobral, a autora Cara Hunter, a ex-Primeira-Ministra da Finlândia Sanna Marin, a autora Mafalda Ribeiro, a Ministra da Cultura, Juventude e Desporto Margarida Balseiro Lopes e o Presidente da República António José Seguro. Nesta sociedade cada vez mais digitalizada e imediatista, em que parece não haver tempo para parar, escutar e pensar (as crianças recebem cerca de 250 notificações por dia nos seus ...

Já leram "Pequenas Coisas como Estas"?

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Pequenas Coisas como Estas , de Claire Keegan, é um ótimo livro para quem não tem o hábito de ler, por aversão aos volumes com centenas de páginas. Tem apenas 70 e encontra-se disponível na Biblioteca Campus  do Lumiar: ideal, portanto, para estes dias parados de setembro, em que ainda temos algum tempo livre para desfrutar do pequeno-grande prazer que é viajar para um mundo distante sem sair do lugar. Esta obra conta-nos a história de «Bill Furlong, um comerciante de carvão e pai de família. Uma manhã, ainda muito cedo, quando vai entregar uma encomenda no convento local, Bill faz uma descoberta que o leva a confrontar-se com o passado e os complicados silêncios de uma povoação controlada pela Igreja.» A autora dedica o livro «às mulheres e crianças que tiveram de passar pelos lares para mães solteiras e pelas lavandarias de Madalena» - a última das quais foi encerrada em 1996 -, oferecendo-nos uma  narrativa comovente, mas sóbria, que nos fará lembrar do "Conto de Nata...

Uma autêntica preciosidade!

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  Autores: Elsa Jane Werner, Charles Hartman; trad. P. João Mendes, S.J. Título: Grande Bíblia Ilustrada Editor: Verbo Local: Lisboa / São Paulo Data: 1968 Coleção: "Verbo Juvenil"

Alguém sabe que livro é este?

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Sugestão de leitura: "A Insustentável Leveza do Ser"

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A Insustentável Leveza do Ser (1984) de Milan Kundera (sugestão da Presidente do ISEC Lisboa, Tânia Carraquico) Neste romance de extraordinária densidade filosófica, Kundera parte de uma questão aparentemente simples — será a vida leve ou pesada? — para explorar algumas das tensões mais profundas da condição humana: liberdade e responsabilidade, amor e compromisso, escolha e destino. A “leveza” representa a ausência de repetição, a ideia de que cada decisão é única e irreversível; a “pesadez”, pelo contrário, traduz o peso ético das escolhas, a consciência de que cada gesto molda quem somos. Ao acompanhar as vidas entrelaçadas das personagens num contexto politicamente conturbado, Kundera mostra como o íntimo e o histórico são inseparáveis, e como a liberdade individual nunca existe fora de um enquadramento social e político. É uma obra que nos convida a pensar sobre identidade, coerência e responsabilidade num mundo em permanente transformação. A sua escrita, simultaneamente narrativa...