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Já leram "Nem Todas as Árvores Morrem de Pé"?

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Este é o romance de estreia de Luísa Sobral, talvez mais conhecida como cantora e compositora. Incide «sobre duas mulheres unidas pela desilusão e pelos cinquenta anos mais tristes da história da Alemanha. Com uma estrutura muitíssimo original e uma galeria de personagens inesquecível, Nem Todas as Árvores Morrem de Pé marca a estreia fulgurante de Luísa Sobral na ficção.Emmi, que nasceu pouco antes de Hitler ascender ao poder na Alemanha, perde o pai na guerra e tem uma adolescência difícil, trabalhando desde muito cedo para ajudar em casa. É num bar aonde vai com os amigos depois do trabalho que conhece Markus, um homem de Berlim Leste que lhe escreve cartas maravilhosas e por quem se apaixona perdidamente. Apesar de a mãe torcer o nariz ao seu casamento num momento em que a Guerra Fria está ao rubro, a irmã apoia-a, e Emmi acaba por ir viver com Mischa, como lhe chama, para a RDA. Inicialmente, tudo corre bem, mas, depois de o Muro de Berlim ser erguido, a separação da famí...

De que livro é esta página?

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Quem será?!

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Alguém adivinha de que autora se trata?! 🤔 Deixem a vossa resposta nos comentários! 🙂 Nascida em 1932, esta poetisa é autora da coletânea  Poemas Escolhidos e Dispersos , mas também publicou diversos romances, como Os Pássaros de Seda , e alguns contos para adultos e para crianças. No entanto, é mais conhecida do grande público pelo seu trabalho como guionista de séries e telenovelas, como letrista de canções - incluindo algumas vencedoras do Festival RTP da Canção - e ainda como atriz de televisão e cinema. Faleceu, vítima de uma anemia, aos 77 anos.

Sugestão de leitura: "História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar"

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História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar (1996) de Luís Sepúlveda (sugestão da aluna Rita Pereira) O livro que gostaria de recomendar é a História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar , de Luis Sepúlveda. É uma história que li há alguns anos, mas que me ficou na memória pela simplicidade com que retrata valores como a amizade e a cooperação.A história fala de um gato, chamado Zorbas, que fica com a responsabilidade de tomar conta de um ovo de gaivota, entregue pela sua mãe doente. Depois do nascimento da pequena gaivota, Zorbas vive diversas aventuras com os seus companheiros gatos para que ela aprenda a voar. A mensagem que mais me marcou surge no final, quando a gaivota partilha com o gato que tem medo de cair durante o seu lançamento para tentar voar, ao que o gato lhe responde: “só voa quem se atreve a fazê-lo”. Na minha opinião, esta história é muito inspiradora porque mostra que o cuidado, a amizade e a cooperação podem ajudar-nos a enfrentar os nossos me...

Deixou-nos Mário Zambujal

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No dia 12 de março, deixou-nos o jornalista e escritor Mário Zambujal, autor de romances como Histórias do Fim da Rua, À Noite Logo se Vê,   Primeiro as Senhoras, Uma Noite Não São Dias   e - o primeiro e talvez o mais conhecido e aclamado -  Crónica dos Bons Malandros , de 1980, adaptado por Fernando Lopes para o cinema, em 1984. Mário Zambujal iniciou a sua carreira em 1961 como jornalista do jornal desportivo A Bola . Trabalhou depois em várias publicações periódicas, como o Diário de Lisboa , o Record e O Século . Mais tarde, assumiu funções dirigentes no Diário de Notícias e no Semanário Sete , colaborando também com a RTP. Em paralelo, foi-se estabelecendo como romancista, caracterizando-se pelo tom irónico e bem-humorado, retratando personagens que são frequentemente marginais, trapaceiros e indivíduos dúbios. Não obstante o seu sucesso literário, Zambujal sempre se considerou acima de tudo um jornalista, dedicando-se à ficção apenas por divertimento. Fonte ...

Já leram "Morramos ao menos no Porto"?

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«Uma parteira recebe meninas para fazer abortos, um sargento que se acha coronel persegue macaquinhos no parque, um passador leva meninos a salto para lá da fronteira; a meio caminho, um desastre na berma duma estrada; um rapaz em movimento que não sai do mesmo lugar; e há ainda uma nau catrineta que se afundou além-mar.  Entretanto, noutra dimensão, a história acompanha Silvina: um corpo defunto numa cadeira de baloiço, cujos odores se misturam nos sumidouros da cidade, entre flores e balões, confundindo dois cães. Passaram vinte e cinco anos do seu casamento com António, o narrador e protagonista que embala a tristeza da viuvez enquanto cuida as feridas de um corpo morto - ele é uma voz sumida, perdendo-se num labirinto de palavras. Mas é também a voz dos mortos que murmuram debaixo do chão da sua casa.» Há por aí alguém que já tenha lido este livro? Como foi a sua experiência de leitura? Partilhem connosco o que sentiram e pensaram! 😺

Um autêntica preciosidade!

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  Autor: Cecília Cardoso e Helena Vieira (adapt. do inglês) Título: Os Meus Amigos Editor: Edições Europa Local: Lisboa Data: [1945?]