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Sugestão de leitura: "Na Rota do Yankee Clipper"

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Na Rota do Yankee Clipper (2026) de José Correia Guedes (sugestão da docente Lúcia Piedade) Ainda não terminei a leitura deste livro , mas já o recomendo vivamente, porque se trata de uma narrativa empolgante, que alia a história à ficção. No dia 22 de fevereiro de 1943, o Boeing 314 Yankee Clipper da Pan American caiu no rio Tejo, junto a Lisboa. A bordo ia Ernesto Sardinha, jovem Oficial do Serviço de Aviação da Armada Portuguesa. José Correia Guedes, que foi Comandante da TAP durante décadas, oferece-nos esta incrível história de um piloto português e de um dos mais fascinantes aviões da história, numa época conturbada em que a capital portuguesa era local de passagem para refugiados, mas também conspiradores e agentes duplos da II Grande Guerra.

“Mala do Mário” viaja pelas salas da educação pré-escolar e 1.º CEB, carregada de sonhos e emoções

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Nas últimas semanas, o livro Mário , da docente Sandrina Esteves, tem sido o ponto de partida para encontros muito especiais com crianças de instituições de educação pré-escolar e 1.º ciclo do ensino básico. A partir da história deste menino sensível, que adora ler, descobrir e sonhar, nasceram sessões de leitura partilhada e dinâmicas criativas que convidam cada criança a olhar para dentro da sua própria “mala” interior. Depois da leitura dialogada do livro, as crianças são desafiadas a explorar a Mala do Mário: uma mala cheia de pequenos objetos que simbolizam medos, sonhos, descobertas e momentos de conforto. Em torno destes elementos, surgem conversas espontâneas sobre emoções, curiosidade e o prazer de ler. No pré-escolar, a ênfase está na exploração sensorial e na expressão plástica e corporal; no 1.º CEB, reforça-se a dimensão simbólica e a ligação entre o universo do Mário e as experiências de cada leitor. Em seguida, cada criança constrói a sua própria mala – “A Minha Mala” – ...

Já leram "Ventos do Apocalipse"?

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Paulina Chiziane nasceu em Manjacaze, Moçambique, em 1955. Publicou o seu primeiro romance, Balada de Amor ao Vento , depois da independência (1990). Ventos do Apocalipse , concluído em 1991, saiu em Maputo em 1995 como edição da autora e foi publicado pela Caminho em 1999.  A autora, que se afirma como «contadora de estórias e não romancista», inspirando-se «nos contos à volta da fogueira», foi agraciada pelo Estado português com o grau de Grande Oficial da Ordem Infante D. Henrique. Em 2021, recebeu o mais prestigiado galardão das letras lusófonas, o Prémio Camões. Na contracapa deste romance, pode ler-se esta contundente e algo misteriosa afirmação: Em todas as guerras do mundo nunca houve arma mais fulminante que a mulher, mas é aos homens que cabem as honras de generais. Já alguém por aí leu este livro? O que gostaria de partilhar connosco sobre a experiência? Aguardamos pelos vossos comentários! 😊

De que livro é esta página?

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Quem será?!

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Alguém adivinha de que autora se trata?! 🤔 Deixem a vossa resposta nos comentários! 🙂 Esta escritora nasceu no Porto e tem-se destacado como autora de contos, novelas e romances distinguidos com vários prémios nacionais. É professora auxiliar e investigador na Universidade da Maia, lecionando disciplinas na área da literatura, cinema e artes. Realizou estudos que conduziram a publicações e comunicações académicas sobre autores como Camões e Agustina Bessa-Luís. O seu mais recente romance foi vencedor do Prémio Literário Cidade de Almada em 2024.

Sugestão de leitura: "Insónia"

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Insónia (2022) de Sarah Pinborough (sugestão da docente Lígia Simas) Em Insónia , Sarah Pinborough constrói um thriller psicológico inquietante que explora um dos medos mais universais do ser humano: a perda do controlo da própria mente. A autora parte de um conceito simples - a privação do sono - para criar uma narrativa tensa, claustrofóbica e perturbadora. A protagonista, Emma Averell, é uma mulher bem-sucedida que começa a sofrer de insónia severa pouco tempo antes de completar quarenta anos. O pormenor, aparentemente banal, apresenta contornos sombrios uma vez que a mãe de Emma desenvolveu uma psicose grave precisamente quando do seu quadragésimo aniversário. O romance conduz o leitor através de uma espiral de paranoia, lapsos de memória e desconfiança, que o leva a questionar o que é realidade e o que é fruto da mente exausta da protagonista. Um dos maiores méritos do livro está exatamente na forma como Sarah Pinborough manipula a percepção do leitor e na forma como consegue ...