Mensagens

Já leram "O Caderno Vermelho da Rapariga Karateca"?

Imagem
«N não é uma menina, é Karateca. N tem 14 anos, quase 15, e o seu maior sonho é ser cinturão negro e beijar Raul. N gosta de escrever, mas prefere lutar com o Raul. (escrever é uma seca.) Isto não é um diário. Não tem chave, não tem segredos. (sim, tem segredos.) Também tem vontade própria, páginas movediças, palavras como «diarreia» e «romântico» e personagens como a bruxa má que quer aprender a ser boa e a mosca que não sabia quem era. Isto é O Caderno Vermelho da Rapariga Karateca . O objeto preferido de N, um animal de estimação, uma personagem, uma pessoa de verdade. (O que é a verdade?)» (Da sinopse do livro.) O Caderno Vermelho da Rapariga Karateca foi a primeira obra publicada da autora Ana Pessoa, tendo vencido o prémio Branquinho da Fonseca - Expresso / Gulbenkian, na modalidade Juvenil. Ao publicá-lo, a Planeta Tangerina inaugurou uma coleção para leitores jovens (mas não tanto): "Dois Passos e Um Salto". Já alguém desse lado leu este livro? Quer partilhar com a c...

De que livro é esta página?

Imagem
 

Quem será?!

Imagem
Alguém adivinha de que autora se trata?! 🤔   Deixem a vossa resposta nos comentários! 🙂 Nasceu em Lisboa e é licenciada em Direito, exercendo a advocacia na área da Propriedade Intelectual. Já viajou por todos os continentes e uma das suas obras é uma coletânea de contos intitulada Histórias Indianas, que foi vencedora de um Prémio Literário da Fundação Ciência e Desenvolvimento e da Câmara Municipal do Porto. Tem dois romances publicados, o primeiro dos quais foi finalista do Prémio Leya. O segundo, publicado em 2016, intitula-se Adoração .

Sugestão de leitura: "Sete Dias para se Apaixonar"

Imagem
Sete Dias para se Apaixonar de Tessa Dare (sugestão da aluna Daniela Lima) O livro que recomendo é Sete dias para se apaixonar , de Tessa Dare. Este livro fala de um romance em que a rapariga Minerva, personagem principal da história, era um pouco incompreendida para a sua época, pois preferia ocupar o seu tempo a estudar e a descobrir coisas novas.  Já Colin, outro personagem principal, era um homem de algum estatuto na sociedade, que escondia alguns traumas da infância.  Os dois estavam constantemente em confronto um com o outro, no entanto, ambos escondem que gostam um do outro e partem numa aventura. Por isso, começam a passar muito tempo juntos e sozinhos, e começam a conhecer-se melhor. E assim.... se apaixonam.

Clube de Leitura com Íris Bicho

Imagem
Para quem não sabe, a  Íris Bicho  é uma booktoker  que despertou para esse tipo de conteúdos digitais durante a pandemia, quando começou a gravar uns vídeos "a brincar" e a partilhá-los no TikTok, tendo  vindo a conquistar um vasto número de seguidores e visualizações desde então. A Íris dinamiza um clube de leitura presencial mensal em Almada, com vista a  incentivar jovens adultos a lerem mais. A próxima sessão será dedicada ao livro Um a zero , de Bruno Leão e terá lugar este sábado, 13 de junho, na Biblioteca José Saramago, em Almada, às 10h30. Se nunca participaste em conversas sobre livros, esta pode ser uma boa oportunidade para conheceres outros amantes da leitura e partilhares a tua paixão pelos livros. Se quiseres aparecer, tens apenas de te inscrever primeiro, enviando um e-mail para o endereço abaixo. Acreditamos que não te irás arrepender! Marcação prévia: biblactividades@cm-almada.pt |212508210 Fonte: https://www.cm-almada.pt/clube-do-livro-com-i...

Já leram "Somos Animais Poéticos"?

Imagem
A Feira do Livro é o lugar ideal para fazermos descobertas literárias.  Somos Animais Poéticos é uma das obras que lá encontram, no stand da Faktoria K de Livros. Trata-se de uma obra ensaística de Michèle Petit, a autora de Ler o Mundo. Esta é «Uma reflexão imprescindível sobre a importância da arte e da literatura, da beleza como feito fundamental e da necessidade do inútil em tempos críticos. A partir de testemunhos e de textos inicialmente escritos para intervenções em jornadas que reuniam professores, bibliotecários, promotores de leitura, entre outros, Michèle Petit analisa aqui o contributo que a literatura (oral e escrita) e a arte em todas as suas formas podem ter hoje em contextos difíceis e que nestes últimos anos não têm parado de se multiplicar, desde guerras, migrações de refugiados, alterações climáticas aos atentados terroristas ou à pandemia de covid-19. Neste ensaio, pleno de sensibilidade, a autora faz uma apologia à arte nas suas várias formas, ora abordando a ...

Alguém sabe que livro é este?

Imagem