Já leram "Somos Animais Poéticos"?
A Feira do Livro é o lugar ideal para fazermos descobertas literárias. Somos Animais Poéticos é uma das obras que lá encontram, no stand da Faktoria K de Livros. Trata-se de uma obra ensaística de Michèle Petit, a autora de Ler o Mundo.
Esta é «Uma reflexão imprescindível sobre a importância da arte e da literatura, da beleza como feito fundamental e da necessidade do inútil em tempos críticos.
A partir de testemunhos e de textos inicialmente escritos para intervenções em jornadas que reuniam professores, bibliotecários, promotores de leitura, entre outros, Michèle Petit analisa aqui o contributo que a literatura (oral e escrita) e a arte em todas as suas formas podem ter hoje em contextos difíceis e que nestes últimos anos não têm parado de se multiplicar, desde guerras, migrações de refugiados, alterações climáticas aos atentados terroristas ou à pandemia de covid-19.
Neste ensaio, pleno de sensibilidade, a autora faz uma apologia à arte nas suas várias formas, ora abordando a superação do trauma através da contemplação do belo, ora exaltando a transmissão cultural em cenários de exílio, ou a linguagem e o canto como meios de conexão com a natureza, as bibliotecas como casas de pensamento e convívio, e ainda a importância da literatura como fomentadora do sonho.
Por diferentes vias, a antropóloga francesa relembra que o utilitário nunca nos basta e que não podemos ser reduzidos a variáveis económicas, nem mesmo aos nossos papéis sociais, pois somos também, e talvez acima de tudo, verdadeiros animais poéticos.»
Esta é «Uma reflexão imprescindível sobre a importância da arte e da literatura, da beleza como feito fundamental e da necessidade do inútil em tempos críticos.
A partir de testemunhos e de textos inicialmente escritos para intervenções em jornadas que reuniam professores, bibliotecários, promotores de leitura, entre outros, Michèle Petit analisa aqui o contributo que a literatura (oral e escrita) e a arte em todas as suas formas podem ter hoje em contextos difíceis e que nestes últimos anos não têm parado de se multiplicar, desde guerras, migrações de refugiados, alterações climáticas aos atentados terroristas ou à pandemia de covid-19.
Neste ensaio, pleno de sensibilidade, a autora faz uma apologia à arte nas suas várias formas, ora abordando a superação do trauma através da contemplação do belo, ora exaltando a transmissão cultural em cenários de exílio, ou a linguagem e o canto como meios de conexão com a natureza, as bibliotecas como casas de pensamento e convívio, e ainda a importância da literatura como fomentadora do sonho.
Por diferentes vias, a antropóloga francesa relembra que o utilitário nunca nos basta e que não podemos ser reduzidos a variáveis económicas, nem mesmo aos nossos papéis sociais, pois somos também, e talvez acima de tudo, verdadeiros animais poéticos.»
Alguém leu este livro? Gostou? Quer partilhar pensamentos ou sentimentos sobre a leitura? Agradecemos todos os comentários elucidativos sobre a obra! 😊

Nunca li, nem tinha ouvido falar! Achei interessante e pretendo ler nestas férias.
ResponderEliminarNícia Gomes, LEB1.º, Turma A
Uma leitura sensível e muito pertinente para os tempos atuais. Beatriz Chandr Turma B, 1.ºLEB.
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