Sugestão de leitura: "À noite os pés são frios"
À noite os pés são frios
Hoje ia partilhar convosco um livro que me diz muito, a começar pelo título: O Vício dos Livros, do Afonso Cruz. É fácil saberem-no, se tiverem reparado que o envergo na mão na fotografia que acompanha a bonita homenagem que me fez a querida Sara Leite.
E depois, porque nada surge do nada, comecei hoje a leitura de À noite os pés são frios, da Margarida Damião Ferreira. E é aí, na página 29, que o inesperado (mas não acaso) acontece, a referência ao dia 11 de outubro, dia em que deveria escrever-vos este texto. E agora sei porquê. Porque fala de uma casa que não é a nossa, mas onde precisamos de aprender a viver. No livro é uma casa diferente daquela em que habito agora, mas os sentimentos são iguais. Tudo é novo e diferente: o espaço, os objetos, as pessoas, o nosso sentir. E é aqui, neste momento, que me encontro, neste sentir diferente. Não sei o que acontece a partir da página 29, não sei o que acontecerá nas restantes páginas da história que estou a viver (ou a escrever?). Sei, sim, que exatamente como li na página 24 (e já devia prever que acontecesse) “os livros curam”. E é, esta, verdadeiramente, a mensagem que vos deixo hoje. O #isecaler foi, arrisco dizer, o projeto mais bonito que vi nascer no ISEC Lisboa. Sei que continuará, nas publicações deste blogue que me é tão querido, nas estantes da Biblioteca do Campus, entre vocês!
Obrigada, querida Sara Leite. Obrigada, ISEC Lisboa, por teres sido casa.
Que a Leitura vos abrace e vos dê colo.
Por agora, e a aguardar o que virá, fico com À noite os pés são frios, da Margarida Damião Ferreira.
de Margarida Damião Ferreira
(sugestão da docente Sandrina Esteves)
(sugestão da docente Sandrina Esteves)
Hoje ia partilhar convosco um livro que me diz muito, a começar pelo título: O Vício dos Livros, do Afonso Cruz. É fácil saberem-no, se tiverem reparado que o envergo na mão na fotografia que acompanha a bonita homenagem que me fez a querida Sara Leite.
E depois, porque nada surge do nada, comecei hoje a leitura de À noite os pés são frios, da Margarida Damião Ferreira. E é aí, na página 29, que o inesperado (mas não acaso) acontece, a referência ao dia 11 de outubro, dia em que deveria escrever-vos este texto. E agora sei porquê. Porque fala de uma casa que não é a nossa, mas onde precisamos de aprender a viver. No livro é uma casa diferente daquela em que habito agora, mas os sentimentos são iguais. Tudo é novo e diferente: o espaço, os objetos, as pessoas, o nosso sentir. E é aqui, neste momento, que me encontro, neste sentir diferente. Não sei o que acontece a partir da página 29, não sei o que acontecerá nas restantes páginas da história que estou a viver (ou a escrever?). Sei, sim, que exatamente como li na página 24 (e já devia prever que acontecesse) “os livros curam”. E é, esta, verdadeiramente, a mensagem que vos deixo hoje. O #isecaler foi, arrisco dizer, o projeto mais bonito que vi nascer no ISEC Lisboa. Sei que continuará, nas publicações deste blogue que me é tão querido, nas estantes da Biblioteca do Campus, entre vocês!
Obrigada, querida Sara Leite. Obrigada, ISEC Lisboa, por teres sido casa.
Que a Leitura vos abrace e vos dê colo.
Por agora, e a aguardar o que virá, fico com À noite os pés são frios, da Margarida Damião Ferreira.

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