Sugestão de leitura: "Os Esquecidos de Domingo"
Os Esquecidos de Domingo (2015) de Valérie Perrin (sugestão da docente Sara Monteiro) Os esquecidos de domingo , de Valérie Perrin, é um romance delicado e comovente que mergulha nas profundezas da memória, do afeto e do esquecimento. A narrativa acompanha Justine, uma jovem cuidadora que trabalha num lar de idosos, e que dedica os seus dias a ouvir e a cuidar daqueles que, gradualmente, são deixados à margem da sociedade e, em muitos casos, da sua própria consciência. Através de uma prosa lírica profundamente sensível, Perrin tece uma tapeçaria de vidas que se entrelaçam, oferecendo-nos vislumbres de histórias únicas. De facto, a cada página, a autora convida-nos a refletir sobre a passagem do tempo, a efemeridade da vida e a beleza das pequenas coisas, muitas vezes relegadas ao esquecimento. É uma obra que nos toca profundamente, lembrando-nos do valor da empatia e da importância de preservar as histórias que, sil...

A página mostrada pertence ao livro As Intermitências da Morte, de José Saramago. Nesta obra, o autor imagina um país onde a morte deixa de atuar, o que provoca situações insólitas e reflexões profundas sobre a vida, o amor e o tempo. O excerto visível, intitulado “Cartas de amor com objectivos e programas”, integra uma parte do livro em que Saramago explora a relação humana através da escrita e da comunicação. Com o seu estilo inconfundível, o autor mistura ironia, filosofia e emoção, levando o leitor a pensar sobre o significado da morte — e sobre o que realmente dá sentido à existência.
ResponderEliminarInês Figueira
1° ano, educação Básica, turma A
Errado! 😅 O excerto é do romance "Autobiografia não escrita de Martha Freud", da autoria da escritora portuguesa Teolinda Gersão.
ResponderEliminarProcurei na net, para saber um pouco mais deste livro, e pelo que encontrei é um livro de romance que "mistura realidade e imaginação para dar voz a uma mulher esquecida pela história."
ResponderEliminar- Mariana Mateus, 1º ano de Educação Básica, Turma A
É isso, Mariana. Mas também nos revela muito sobre Freud - o homem, não tanto o criador da psicanálise.
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